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Inri Cristo – O Falso Cristo

Em conseqüência, se a reencarnação não existisse, como se poderia razoavelmente crer em DEUS uma vez que todas as pessoas nascem diferentes, num leque variável, indo de rico e de boa saúde até pobre e aleijado? Qual justiça seria esta se (assim como ensinam os falsos religiosos cada um tivesse direito a uma única existência terrena? Segundo quais critérios seriam distribuídas saúde, riqueza, pobreza, doença…? Só a reencarnação põe lógica em tudo isto.”

RESPOSTA:

Eis o principal motivo para negar este tal de Inri Cristo. Como pode o Cristo de Deus afirmar que existe reencarnação? Se na bíblia, que tantas vezes ele cita (ou fora de contexto ou mal interpretado) condena a reencarnação? Veja só:

“Para os homens está estabelecido MORREREM UMA SÓ VEZ e logo em seguida virá o juízo.” (Hb 9.27)

Como pode esse Cristo (falso) afirmar categoricamente, que há reencarnação? Como pode ser ele a reencarnação de Jesus Cristo, se Cristo ressucitou de carne e osso e essa carne e esse osso subiram aos céus (cf Jo 20:27)? Ora, não se pode tocar o espírito, no entanto Tomé toca no corpo RESSUCITADO de Cristo, que sobe aos céus (cf Atos 1.9-10)

Ainda disse…

“No destino do homem, o processo é o mesmo, todavia muitas vezes uma única existência seria insuficiente para pagar a dívida, e é precisamente aqui que se cristalizam a bondade e a perfeição de DEUS”

RESPOSTA:

Para pagar esse dívida, a dívida da humanidade, foi que o verdadeiro Cristo morreu por nós. E para pagarmos a nossa dívida, não precisamos reencarnar de novo. Isso é um absurdo! (Jo 3.16).

Continua o embusteiro…

“A realidade da reencarnação está bem explícita na Bíblia… e é no mínimo estranho que os embustólogos que se dizem “teólogos” não tenham percebido! Por exemplo: quando o anjo, falando do nascimento de João Batista (Lucas c.1 v.13 a 17), anuncia que o mesmo viria com “o espírito e a fortaleza de Elias”, ele está dizendo claramente que João Batista era a reencarnação de Elias”

RESPOSTA:

Quem quiser estudar a Bíblia terá que seguir uma regra básica de interpretação que é: “A Bíblia interpreta a própria Bíblia”. Portanto, somos impedidos de laçar mão de interpretações subjetivas para consubstanciar as nossas próprias idéias. É preciso analisar o texto e o seu contexto, de Gênesis a Apocalipse e depois concluir o que realmente diz a Bíblia.

Sobre João Batista, diz Lucas 1.17: “E irá adiante dele no espírito e poder de Elias, para converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado”. Isto não quer dizer, de forma nenhuma, que João fosse Elias, mas que no seu ministério profético, haveria peculiaridades do ministério de Elias. De fato, a Bíblia não trata de nenhum outro caso de dois homens tão parecidos como João Batista e Elias. Lembra o refrão popular: Tal pai, tal filho. Isto não quer dizer que o filho seja absolutamente igual ao pai, ou que seja a reencarnação do outro, mas sim, que existe hábitos comuns a ambos.

Dentre as muitas razões porque cremos que João Batista não era Elias, queremos citar apenas alguns pontos:

1) – Os judeus criam que João Batista fosse Elias ressuscitado, não reencarnado (Lucas 9.7,8).

2) – Se a reencarnação é o ato ou efeito de reencarnar, pluralidade de existência com um só espírito, é evidente que um vivo não pode ser reencarnação de alguém que não morreu. Fica claro assim que João não era Elias já que este não morreu, tendo sido arrebatado vivo para Deus (II Crônicas 2.11).

3) – João Batista disse abertamente, sobre essa questão, quando lhe perguntaram: “És tu Elias?”, ele respondeu desembaraçadamente: “Não sou” (João 1.21). Parece que, se a reencarnação existe, Jõao Batista foi um dos que nunca creu nela.

4) Se João Batista fosse Elias, no momento da transfiguração de Cristo teriam aparecido Moisés e João (que já era morto também) e não Moisés e Elias (Mateus 17.1-8).

Fica mostrado, portanto, que a Bíblia não apóia a absurda teoria espiritista da reencarnação. Até mesmo os chamados “fatos comprovados” de reencarnação apresentada pelos defensores dessa doutrina, não provam coisa alguma.

Continua arvorando o falso cristo…

“Por outro lado, quando me chamava Jesus, fui definido no Evangelho como sendo o Unigênito de DEUS (João c.1 v.14 e 18, c.3 v.16, etc…). Então, a menos que DEUS tivesse dois Unigênitos, quando me chamava Jesus eu era a reencarnação de Adão. Aliás, só assim faz sentido a crucificação. Senão, vejamos pois: os homens pecam e DEUS criaria um filho puro e inocente que iria pagar pelos pecados que outros cometeram! Onde estaria a lógica? Onde estaria a justiça? Onde estaria a lei perfeita de DEUS? Não haveria coerência se eu não fosse a reencarnação de Adão.”

RESPOSTA:

O Verdadeiro Cristo existiu antes de tudo que se foi criado (Jo 1.1-5), de modo nenhum Cristo é a reencarnação de Adão. Isso é loucura. Ele diz que a crucificação de Jesus não teria sentido se ele não fosse a reencarnação de Adão. Cristo definitivamente NÃO NECESSITA SER A REENCARNAÇÃO DE ADÃO para a crucificação ter sentido. Cristo pagou a Deus pelo pecado do homem, não seu próprio pecado, porque Cristo NÃO PODE PECAR. E se Cristo NÃO PODE PECAR DEFINITIVAMENTE ELE NÃO É A REENCARNAÇÃO DE ADÃO, PORQUE ADÃO PECOU. Cristo se ofereceu à Deus, para limpar o pecado do mundo. Ele não se reencarnou, ele se ENCARNOU, pois Ele era Deus e desceu na sua forma humana, no seio da Virgem Maria, com a finalidade de retirar o nosso pecado. Logo concluímos que Jesus não é reencarnação de Adão, e nem pode ser.

Em delírio ele ainda fala que…

“Não haveria coerência se eu não fosse a reencarnação de Adão. Como eu sou, tudo fica esclarecido: quando Jesus, paguei a dívida contraída no tempo em que me chamava Adão, quando pequei e ensinei aos homens o caminho do pecado. Então, após várias reencarnações, entre as quais Noé, Abraão, Moisés, David, etc… paguei com meu sangue, quando me chamava Jesus, o pecado cometido no tempo em que era Adão, assim como a conseqüência deste que foi o pecado da minha prole: é neste sentido que resgatei o pecado da humanidade. “

RESPOSTA:

Agora ele pensa que foi a reencarnação de Noé, Abraão, Moisés, Davi, e ainda diz “etc”. É evidente que este homem não tem uma mente equilibrada. Ele diz que pagou o pecado que cometeu quando era Adão, mas CRISTO NUNCA PECOU E NUNCA FOI ADÃO. ISSO É HERESIA ANTI-BÍBLICA E ANTI-CRISTIANISMO.

INRI se acha o caminho…

“Pois, assim como disse no tempo em que me chamava Jesus e, reencarnado como INRI, continuo afirmando: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao PAI senão por mim”

RESPOSTA:

Jesus é o único caminho, a verdade e a vida (cf jo 14:6),E ESSE INRI CRISTO NÃO É NADA, a não ser um falso messias. De pessoas assim diz o verdadeiro Jesus Cristo em Mateus 24, versículo 5 – “Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão”.

INRI e sua descida à Terra…

“ …não desci do céu voando como uma ave e sim, conforme as sagradas leis de DEUS, reencarnei recolhendo meu corpo das entranhas duma mulher. Pois convém desmascarar as mentiras vergonhosas destes falsos religiosos, que não conhecem a lei de DEUS e interpretam a Bíblia em função de seus desonestos interesses.”

RESPOSTA:

Ele afirma que não desceu do céu. Puxa vida, então por que será que os anjos afirmam “Esse Jesus que foi tirado de vocês e levado para o céu virá do MESMO MODO com que vocês viram partir para o céu”?

INRI afirma que Jesus Cristo não subiu de carne e osso…

“Eu, CRISTO, não vim de carne e osso do céu porque nunca subi ao céu de carne e osso”

RESPOSTA:

Equivoca-se ele, pois Jesus ressucitou de carne e osso (cf Jo 20.11-18) e assim subiu ao céu(cf Atos 1.9-11)

Continua INRI errando ao dizer…

“E como teriam se efetuado a viagem [de Jesus ter subido aos céus de carne e osso] sobrevivência sendo que no espaço sideral não há comida para nutrir um corpo físico tão pouco ar para respirar e a temperatura confina zero absoluto, ou seja, 273ºC negativos? ” Logo, DEUS não enviaria seu Unigênito em carne e osso ao céu – a fim de submetê-lo ao congelamento -, onde, além de não ter ar para respirar, a temperatura confina 273 graus negativos, contrariando a lei só para agradar os insanos que, delirando, baseiam suas vidas no engodo da fantasia e da mentira.”

RESPOSTA:

Jesus não iria subir até chegar ao espaço, mas iria ao paraíso, onde está o Senhor Deus (II Co 12.1-4).

Seu erro chega a ser infantil, veja essa frase dele…

“Em verdade, em verdade vos digo: Antes de Abraão, eu sou” (João cap.8 vers.58 – Aí está explícito que CRISTO estava afirmando ser o Unigênito Adão).”

RESPOSTA:

Na verdade, aí está explicito que CRISTO É DEUS e NÃO ADÃO.

E também há mentiras históricas, como essa…

“A SUBSTITUIÇÃO DO SÁBADO, SANTIFICADO PELO SENHOR (ÊXODO C.20 V.10), PELO DOMINGO, IMPOSTO POR CONSTANTINO, EXTINTO IMPERADOR ROMANO, EM 321 D.C.”

RESPOSTA:

Os cristãos observam o dia de Domingo (Domingo vem do latim “Dominus, “Senhor”), o Dia do Senhor, e não o sábado dos judeus (é claro, sem rituialismo ou obrigatoriedade). Este dia é observado porque foi nele que Cristo ressuscitou, nele que Cristo recriou o mundo após haver passado o sábado libertando os justos presos no Inferno (Mt 28,1; Mc 16,2; 16,9; Lc 24,1; Jo 20,1). Cristo é o Senhor do Sábado, maior que o sábado e com poder de modificá-lo à vontade (Mc 2,28). O sábado era usado não para a reunião dos cristãos, mas sim para ir procurar os judeus e evangelizá-los, levando-os a conhecer Nosso Senhor Jesus Cristo (At 13,14; At 13,42; At 13,44; At 17.2).

Além disso, o testemunho histórico é claro: os cristãos sofreram inúmeras perseguições por parte dos imperadores pagãos de Roma por se recusarem a desistir do domingo, Dia do Senhor. Muitíssimos são os testemunhos neste sentido também fora da Bíblia. Dentre eles citaremos a Epístola de Barnabé, escrita antes do Livro do Apocalipse (esta Epístola foi escrita no ano 74 d.C., menos de 40 anos após a Ressurreição, enquanto o Apocalipse foi escrito dezesseis anos depois): “Guardamos o oitavo dia (domingo) com alegria, o dia em que Jesus levantou-se dos mortos” (Barnabé 15,6-8).

Este testemunho não é único: centenas de textos escritos por cristãos, como Barnabé, e não cristãos (como Plínio, governador de Bitínia, que no ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 96 escreveu a Trajano manifestando a sua surpresa com os cristãos, que se reuniam no domingo), mostram que, como escreveu Santo Inácio, Bispo de Antioquia, aos Magnésios em 107, disse: “Se aqueles que viveram segundo os velhos usos chegassem à novidade da esperança, não deveriam de modo algum guardar o sábado, mas sim observar o domingo, em que também nossa vida teve sua origem por Cristo e por Sua morte.”


Concluindo:

Enfim, se cumpre a profecia de que apareceria falsos messias. Além de deturpar a Palavra de Deus, apóia a falsa doutrina da reencarnação e se auto –proclama a reencarnação de Cristo, Davi, Adão, Moisés, Abraão, Noé etc… Logo, concluímos que a chegada do VERDADEIRO CRISTO ESTÁ POR VIR.

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