Você está em: Catolicismo // Papa Leva Roma de Volta à Idolatria Máxima – A transubstanciação

Papa Leva Roma de Volta à Idolatria Máxima – A transubstanciação

papa aparecidaO insulto do papa a todas as demais igrejas, quando ele afirma que a sua igreja é a única Igreja de Jesus Cristo no céu e na terra, não preocupa os protestantes. Eles têm sido não apenas insultados por Roma durante séculos, como têm sido perseguidos, torturados e assassinados pela mesma, durante séculos.

Não é pela nossa própria honra que contendemos, mas pela honra do nosso Senhor Jesus Cristo.

A doutrina romana da transubstanciação e o sacrifício da missa são as duas mais blasfemas idolatrias já designadas para insultar o Senhor Jesus [Por causa dessa maléfica doutrina milhões de cristãos foram mortos- MS]. Eles afirmam crucificar novamente o Senhor da Glória, expondo-O a uma pública vergonha.

A natureza real do sacerdócio romano deve ser completamente esclarecida. Nenhum outro meio poderia ser adotado, a fim de descobrir a verdadeira natureza do Anticristianismo de Roma do que examinando-se o livro texto, leitura “obrigatória” dos padres, quando se preparam para exercer o sacerdócio. Este livro texto é o “Dignidade e Deveres do Sacerdote ou Selva” (Uma Coletânea de Material para os Retiros Eclesiásticos. Regra de Vida e Regras Espirituais), de Santo Afonso de Ligório.

Exatamente como foi Afonso elevado à precedência dos santos romanos, pode ser visto na “Nota” que aparece no prefácio do volume. Ela termina com este elogio: “VIVA JESUS, VIVA MARIA E AFONSO!”

Jesus morreu para instituir o sacerdócio romano:

“Jesus morreu para instituir o sacerdócio. Não era necessário que o Redentor morresse para salvar o mundo; uma gota de sangue, uma simples lágrima ou uma oração seriam suficientes para prover a salvação de todos, pois a sua oração, tendo valor infinito, deveria ser suficiente para salvar, não apenas um, mas milhares de mundos.

Contudo, a fim de instituir o sacerdócio, a morte de Jesus foi necessária. Se Ele não tivesse morrido, onde iríamos encontrar a vítima da qual os sacerdotes da Nova Lei precisam para oferecer? Uma vítima, ao mesmo tempo santa e imaculada, capaz de dar a Deus uma honra digna de Deus. Como já foi dito, todas as vidas dos homens e dos anjos não seriam suficientes para dar a Deus uma honra infinita como a que o sacerdote Lhe oferece, numa simples missa”

Essa declaração é uma hedionda blasfêmia. Cristo morreu para salvar os pecadores. Leiamos o que diz Hebreus 1:1-3: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas.”

O propósito do derramamento de sangue na cruz não foi para instituir o sacerdócio romano, mas para conseguir salvação para o povo de Deus. Qualquer sistema que mantenha essa visão anti-escriturística oferecida por Roma torna insuficiente a obra de Cristo na cruz e não é, de modo algum, um sistema cristão, mas um sistema de Satanás e do Anticristo.

O Sacerdote romano é maior do que os reis:

“Os reis da terra se gloriam em honrar os sacerdotes de Deus, voluntariamente’”, diz Pedro de Blois. “Eles se ajoelham diante do sacerdote de Deus, beijam-lhes as mãos e, ajoelhados, recebem a sua bênção.”

“A dignidade do sacerdote’”, diz S. Crisóstomo, “mostra a dignidade real, daí inclinarem eles a cabeça sob a mão do sacerdote, a fim de receber a sua bênção.”

O sacerdote romano é igual a Deus

“Se o Redentor descesse até uma igreja e sentasse num confessionário para ministrar o sacramento da penitência, e um sacerdote se sentasse noutro confessionário, Jesus iria dizer: “Eu te absolvo”, assim como o sacerdote diria: “Eu te absolvo”, e os penitentes de ambos seriam igualmente absolvidos”.

O sacerdote romano é maior do que Deus

“Assim pode o sacerdote, de certo modo, ser chamado de criador do Criador, visto como, ao dizer as palavras da consagração, ele cria, como sempre acontece, Jesus no sacramento, dando-lhe existência sacramental, produzindo-o como vítima a ser imolada ao Pai eterno. Pois, para criar o mundo a palavra que deus falou foi suficiente: “Fiat!”. Ele falou e tudo se fez. Então, basta o sacerdote dizer “Hoc est corpus meum” e logo o pão não será mais pão, mas o corpo de Jesus Cristo. O poder do sacerdote, diz São Bernardino, é o poder da pessoa divina, pois a transubstanciação exige muito mais poder do que a criação do mundo.”

Com referência ao corpo místico de Cristo, isto é, todos os fiéis, o sacerdote tem o poder das chaves, ou seja, o poder de enviar os pecadores para o inferno, ou torná-los dignos do paraíso, e o poder de transformar em escravos de Satanás os filhos de Deus. E o próprio Deus é obrigado a concordar, pelo julgamento dos seus sacerdotes, a perdoar ou não perdoar, conforme estes se recusem a dar ou não absolvição, se o penitente for merecedor da mesma”.

O testemunho da histórica fé cristã

O testemunho da histórica fé cristã contra a apostasia do papado tornou-se meridianamente clara nos credos do grande fundamento das igrejas da Reforma.

Igreja Episcopal da Inglaterra – “A Transubstanciação (ou a transformação do pão e do vinho) na Ceia do Senhor, não tem respaldo nos escritos sagrados, mas torna-se repugnante às claras palavras da Escritura, destruindo a natureza de um sacramento, o que tem dado ocasião a muitas superstições.

A oferta de Cristo, uma vez por todas, é a perfeita redenção, propiciação e satisfação por todos os pecados do mundo inteiro, tanto do original como dos atuais. E não há nenhuma outra satisfação pelo pecado, a não ser essa. Por isso o sacrifício das missas, nas quais é dito que sacerdote faz a oferta de Cristo, pelos vivos e mortos, a fim de obter a remissão da pena ou da culpa, é uma fábula blasfema e um perigoso engodo”.

Igreja Presbiteriana – “Não há outro cabeça da Igreja, exceto o Senhor Jesus Cristo. Não pode o papa de Roma, de modo algum, ser o cabeça da mesma. Mas ele é o Anticristo, o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, querendo parecer Deus.”

Sobre a Ceia do Senhor – “Neste sacramento Cristo não é oferecido ao Pai e nem qualquer sacrifício real é feito, de modo algum, para a remissão de pecados dos vivos e dos mortos. Ela é a apenas a comemoração de Cristo se oferecendo a si mesmo sobre a cruz, de uma vez por todas, uma oblação espiritual de todo o louvor possível a Deus, feito por Ele, de modo que o sacrifício papal da missa é a mais abominável injúria ao único sacrifício de Cristo, propiciação única por todos os pecados dos eleitos”.

Igreja Metodista – Eis o comentário de Wesley sobre a expressão “o homem do pecado”, da 2 Tessalonicenses 2:3:

“…Contudo, em muitos aspectos, o papa tem merecido um indisputável direito àqueles títulos. Ele é, em sentido enfático, o homem do pecado, pois tem levado o pecado, de todas as maneiras, além da medida. Ele também é propriamente considerado o homem do pecado, visto como tem causado a morte de incontáveis multidões, tato dos seus oponnent4s como dos seus seguidores, tendo destruído inúmeras almas e devendo ele próprio perecer eternamente. Ele é o que se opõe ao imperador, que é o seu legítimo soberano. Ele é o que “se levanta contra tudo o que se chama Deus, querendo parecer Deus, e que é adorado”.

Ele comanda os anjos, colocando os reis sob os seus pés, sendo ambos chamados ‘deuses’ nas Escrituras. Ele tem exigido o poder mais alto, a honra mais elevada, recebendo, ele mesmo, não apenas uma vez, os títulos de Deus e vice-Deus. De fato, não está menos implícito o seu título de “Santíssimo Senhor” ou “Santo Padre”, de modo que ele se entroniza no templo de Deus, exigindo as prerrogativas que somente a Deus pertencem.

A oferta de Cristo uma vez por todas, é a perfeita redenção, propiciação e satisfação por todos os pecados do mundo, tanto do original como dos atuais. E não há nenhuma outra satisfação pelo pecado, além desta. Desse modo, o sacrifício da missa, onde se diz que o sacerdote faz a oferta de Cristo pelos vivos e mortos, a fim de obter a remissão da pena ou da culpa, é uma fábula blasfema e um perigoso engodo”.

Igreja Batista – “O Senhor Jesus Cristo é o cabeça da Igreja, na qual, por nomeação do Pai, e pelo poder da vocação, instituição, ordem e governo da Igreja, Ele está investido, de maneira suprema e soberana. Não pode o papa de Roma, de modo algum, ser o cabeça. Ele não é outro senão o Anticristo, o homem do pecado, o qual se exalta acima de Cristo e se chama Deus, e a quem o Senhor destruirá com a glória em Sua gloriosa vinda”

Fonte: www.cacp.org.br

Share Button

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,